Não quero alguém que se obrigue. Não quero alguém que não me faça crescer. Não quero alguém que fique se explicando. Não quero alguém que não me dê carinho quando desejado. Não quero alguém que não me apoie. Não quero alguém que não sorria quando tudo está ruim. Não quero alguém que não me admire. Não quero alguém que não me respeite. Não quero alguém pessimista. Não quero alguém rude, hipócrita e ignorante. Não quero alguém desanimado. Não quero alguém sem expectativas e esperanças. Não quero alguém que se acha mais do que é. Não quero alguém metido. Não quero alguém que minta. Não quero alguém que não sonhe. Não quero alguém que não me faça rir. Não que alguém que não faça planos, ou que nunca exagere. Não quero alguém que não erra. Não quero alguém que não se arrependa.. não quero alguém que não luta. Não quero alguém que não seja companheiro. Não quero alguém que não se permite. Não quero alguém que não imponhe seus direitos. Não quero alguém que não cante. Não quero alguém que não dê gargalhadas. Não quero alguém que tenha vergonha de amar.
Agora há poucos, se não, nenhum.
Eu queria tudo só nos momentos, nada permanente. Acho que tudo que é permanente, acostuma a gente. Fica muito cômodo, dependente, sabe? Se bem que a gente se apega tão facilmente. Que na hora da transição, sofreríamos com a partida do presente virando passado. Porém, não ser permanente, não impossibilita que esteja sempre aqui. Pode não estar sempre presente, pertinho.. mas pode estar de vez enquando. Quando bater saudade, vontade, ou necessidade. Algo que tá sempre presente, abre mais possibilidade pra discussão, insatisfação, desvalorização, ou seja, algo que tá seeempre pertinho, pode perder a graça! Mesmo merecendo graça total.
Acho que nem sei mais o que eu quero mesmo..
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